A razão pela qual eu volto é exatamente muito igual a forma como eu deixei isso tudo. Eu voltei porque eu precisava gritar pra todos que eu realizei mais um pedaço de sonho. Fui assistir com meus pais o espetáculo "Falando a Veras" com o meu gatão Marcos Veras. É ÓBVIO que eu estava mais que animada, afinal, eu assistia aquele homem, ouvia na rádio, e ficava que nem uma louca vendo os vídeos do youtube e rindo que nem uma idiota sozinha no meu quarto. Se eu não estivesse nervosa para vê-lo ao vivo, eu poderia ter o emprego de porta, ou cortina, ou qualquer outro objeto igualmente insignificante.Quando vi as cortinas se abrirem foi o melhor de tudo. Não poderia descrever o quanto ele é fofo e lindo e gato e perfeito e muitos outros adjetivos. O espetáculo, incluindo as partes em que eu mais babava nele, foi magnífico, é pra rir do início ao fim e eu saí com vontade de ver mais. Porém, o que não me ocorria, era que - ao parar no semáforo, indo embora do teatro, depois de comprar lanchinhos deliciosos no inseparável McDonalds (Filhos do Capitalismo, Deus olha por vocês também!) - eu encontraria com Marcos meu Verinhas se dirigindo ao seu carro.
Óbvio que eu não fui nem um pouco tiete, ou tentei assustá-lo, só sai do carro correndo e pulei no pescoço dele sem vontade de soltar nunca mais... E eu devo agradecê-lo tanto por não chamar a polícia. Depois de fingir que fugiria, é claro, ele me correspondeu o abraço - um dos mais gostosos que ganhei até agora - e me perguntou o que eu tinha achado do espetáculo. Eu lhe contei de meus sonhos de atriz - tá, que eu to fuu todo mundo sabe - e ele me desejou sorte da forma mais sincera do mundo. Pedi - Lê-se EXIGI - que ele me seguisse no twitter, e a educação dele não o deixou dizer não. É claro.
Voltei pra casa como um pinto no lixo, sonhando até agora com o Marcos, meu Verinhas, e nessa noite maravilhosa. Pensando em como ele era perfeitinho e no quanto eu podia me espelhar nele, sendo sempre assim: Humilde, simpática e principalmente sempre disposta a dar atenção a jovem atriz menina louca que veio me dar um abraço.
Óbvio que eu não fui nem um pouco tiete, ou tentei assustá-lo, só sai do carro correndo e pulei no pescoço dele sem vontade de soltar nunca mais... E eu devo agradecê-lo tanto por não chamar a polícia. Depois de fingir que fugiria, é claro, ele me correspondeu o abraço - um dos mais gostosos que ganhei até agora - e me perguntou o que eu tinha achado do espetáculo. Eu lhe contei de meus sonhos de atriz - tá, que eu to fuu todo mundo sabe - e ele me desejou sorte da forma mais sincera do mundo. Pedi - Lê-se EXIGI - que ele me seguisse no twitter, e a educação dele não o deixou dizer não. É claro.
Voltei pra casa como um pinto no lixo, sonhando até agora com o Marcos, meu Verinhas, e nessa noite maravilhosa. Pensando em como ele era perfeitinho e no quanto eu podia me espelhar nele, sendo sempre assim: Humilde, simpática e principalmente sempre disposta a dar atenção a jovem atriz menina louca que veio me dar um abraço.
"@bitaholiveira obrigado pelo seu carinho e merda na profissão Bjs
@verasmarcos"
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